As estrelas Michelin

 


Idolatradas por alguns, odiadas por outros mas sem duvidas a maior referencia em gastronomia mundial. O surgimento aconteceu em em 1900, na época só haviam 3.000 carros na França e os Irmão Michelin, fundadores da Industria de Pneus Michelin, precisavam de alguma estrategia para vender mais pneus, e acabaram mexendo com uma das paixões francesa: a gastronomia.

Categorias

Hoje o Guia conta com quatro segmentos: o gourmand (apenas restaurantes franceses), o verde (turístico, para patrimônio cultural e arquitetônico), o prático (turístico e de bolso, com informações essenciais sobre cidades) e o vermelho, o mais importante da marca e o tal que tem a classificação por estrelas.

O vermelho

É considerado o guia de referencial de restaurantes no mundo. Impresso em sigilo e com tiragem não divulgada, este é considerado o guia mais importante do mundo, classifica os restaurantes com estrelas (de 1 a 3) e que representam o sonho ou o pesadelo de qualquer chef. Ter uma primeira estrela seria como pisar na calçada da fama da  mesma forma que perder uma delas pode levar até a uma tragédia como a do chef Bernard Loiseau que se suicidou em Fevereiro de 2003, com um tiro na cabeça aos 52 anos, desesperado com o rumor de que o seu estabelecimento perderia" uma" das  “três estrelas” no Guia Michelin.   

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Festa de premiação do Guia 2017

O Papa é pop, Paul Bocuse!

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Paul Bocuse

Ele é considerado o papa da gastronomia francesa ao longo dos seus 90 anos, Bocuse já foi considerado o melhor chef do século 20 com três estrelas Michelin no currículo desde 1965, o chef é um dos criadores da ‘nouvelle cuisine’, um movimento que tem como premissa a preocupação com a leveza dos pratos, com ingredientes frescos e bela apresentação.

Não quero estrelas!

 
Sebastien Bras

Os critérios de avaliação do Guia não são divulgados e isso é visto como maus olhos por alguns "Chefs" e "Restauranteurs", principalmente depois que começou a expandir para a Asia, aonde não existe o mesmo "padrão de qualidade" da Europa. Alguns Chefs tem pedido para saírem da lista como foi o caso do chef Sebastien Bras que pediu ao Guia Michelin para lhe retirar as três estrelas que tinha há 20 anos, no restaurante Le Suquet, em Laguiole, França. Em seu vídeo divulgado na sua página de Facebook, Sebastien, fez um apelo ao Guia, dizendo que “hoje, aos 46 anos”, quer dar “um novo significado à vida” e “redefinir” aquilo que lhe é essencial. O francês continua, explicando que o seu trabalho lhe tinha dado “imensa satisfação”, mas a tremenda pressão inerente ao estatuto de três estrelas era demasiado intensa. Bras afirma que quer continuar a cozinhar “comida excelente”, mas longe do frenesim e ansiedade causado pelo guia gastronômico. Alain Senderens (um dos pioneiros da nouvelle cuisine francesa) tomou a mesma decisão e devolveu as suas três estrelas, afirmando que os seus clientes sentiam-se desconfortáveis com o luxo excessivo. Já em 2008, o chef Olivier Roellinger — também com três estrelas –, fechou o seu restaurante em Cancale, na Bretanha, alegando que queria uma vida mais sossegada.

Curiosidades:

Os Paises com mais estrelas são Japão, França e Alemanha. 
A cidade com mais tres estrelas são: Tokyo, Paris e Nova York. 
O principal restaurante brasileiro na lista, com duas estrelas, é o restaurante D.O.M do brasileiro Alex Atalla e fica em São Paulo. 

 
Alex Atalla       

Por hoje é só.. e você, quer as estrelas ou prefere uma vida mais tranquila? Esta com fome de aprendizado? Vem comigo que no caminho te explico! Abraços e até a próxima! 
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